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Eu não desenho desde dezembro do ano passado, hábito que desenvolvi por influência da minha mãe, que muito me estimulou quando criança. Sei que ela ficará feliz em saber que voltei a desenhar, apesar de ter perdido bastante coordenação.

Com um pouquinho de esforço você consegue ver a Grazi Massafera no desenho abaixo.

Grazi Massafera

Grazi Massafera

Além da Quadrante, também tenho um lanchonete com os meus sócios da agência. O Rexdog é uma casa especializada em cachorro-quente. Todo o negócio foi concebido no conceito dos anos 70, o que proporciona uma bela viagem no tempo.

Uma das minhas paixões é o trabalho de desenvolvimento de sites, que hoje funciona como um hobby produtivo. Vejam abaixo o ultimo trabalho que desenvolvi para web. É um site todo feito em Flash e a idéia é brincar com elementos bem característicos da lanchonete. Confira o link.

http://www.rexdog.com.br

site

Enquanto dirigia, fiz um rápido exercício. Imaginei-me pai. Senti a responsabilidade que teria pela educação do meu filho. Ao mesmo tempo, senti medo por imaginar uma criança nascendo meio a um mundo cada vez mais louco. Junto a esse sentimento, veio-me, como um insight, um pensamento que me levou a outro caminho que irei explicar mais na frente.

É compreensível que os pais, “percebedores” desse ambiente inseguro, queiram garantir a proteção de sua prole e prover uma qualidade de vida melhor do que teve quando criança. Adiar, o quanto for possível, que os filhos tenham contato com as dificuldades da vida, de encarar o mundo como ele e de sofrer com esse choque.

A maior parte dos pais possui histórias tristes de sua infância/adolescência. Períodos difíceis que hoje servem como exemplo de superação. Mas o que não se pode ignorar é que esse momento doloroso serviu para sua formação. Não por um acaso os jovens demoram cada vez mais para amadurecer e a assumir responsabilidade. O que antigamente era uma obrigação precoce, atualmente é algo quase que opcional a maior parte das pessoas.

Sem menosprezar a importância dos pais para a vida e formação das crianças, mas quem na verdade nos ensina a viver é a vida e, por isso, não se deve privar alguém de viver, de experimentar.

Nunca deixamos de aprender, pois a vida sempre tem algo novo para nos ensinar. Neste mesmo plano estão nossos pais, também como alunos, que procuram tirar o maior proveito possível para ajudar que os menos experientes entendam como tudo funciona.

Permitam-me a analogia, mas a falta de percepção ou de aplicação faz com que alguns entendam a aula de forma errada e tornem-se péssimos multiplicadores do conhecimento, pessoas desestruturadas e pais despreparados.

A vida como um livro. Cada dia é como uma página virada que podemos ou não tirar proveito. Não existe um professor ou uma forma fácil de aprender. É necessária uma dose de esforço para interpretarmos cada nova experiência. As páginas viradas não voltam. Sempre que possível, devemos tirar algum proveito olhando no livro dos outros, desde que isso não tire a atenção da minha própria vida.

Particularmente, acho que meus pais foram preparados mais precocemente para vida do que eu. Sem dúvida, é confortável saber que posso contar com alguém a cada nova lição da vida e que me ajudarão a compreender por que as coisas acontecem assim. O porquê a vida é assim.

Não sei se todos vão lembrar, mas há algum tempo eu lancei um blog chamado “Diário do R$ 1,00″ que tinha a seguinte proposta: fazer pequenos negócios e conseguir arrecadar o maior dinheiro possível, tendo inicialmente apenas R$ 1,00.

O fato que interessa é que, para promover meu blog, eu fiz uma montagem onde me coloquei sendo entrevistado pelo Jô Soares. Foi muito engraçado e chamou bastante comentário na época.

Há duas semanas, estava pesquisando no Google todos os resultados para a busca com “Felipe Ladeira”. Depois de descobrir algumas pessoas que compartilham do mesmo nome, encontrei esse site abaixo, que faz referência a minha foto com o Jô como se o encontro realmente tivesse acontecido.

Nem preciso dizer que me “lavei”de rir. Confiram a imagem abaixo.

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A notícia está na coluna Estado econômico (Jornal O Estado) de domingo, dia 1º.

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Livro: Crepúsculo

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Não havia escutado muito a respeito do livro até o lançamento do filme. Fui a cinema, mas acabei assistindo “Marley e Eu”. Na mesma hora decide que iria ler o livro, imaginando que seria muito mais interessante. Os livros sempre são mais envolventes, rico em detalhes e, o melhor, nos deixam livres para imaginar.

Já sabia que se tratava de uma história bobinha, romântica, entre uma humana e um vanpiro, porém fui envolvido pela narrativa do início ao fim. Li o livro em uma semana e é uma ótima opção para relaxar.

Ao chegar ao fim, descobri que o Crepúsculo não termina totalmente, tem sua continuação no livro “Lua Nova”. Já estou lendo o segundo livro que acontinua na mesma pegada envolvente. Eu recomendo.

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Foto tirada no final do curso de férias da ESPM, com Fábio Cardia. Além de maestro e músico premiado, o professor é proprietário da agência Cardia. O curso de “Criação e Comunicação para o Varejo” aconteceu nos dias 16 e 17 de janeiro/09, em São Paulo.

Encontro com a Cauduro

Em recente viagem a São Paulo, o designer Júnior Ramos e o publicitário Felipe Ladeira, ambos da Quadrante, fizeram uma visita à Carlos Dranger, sócio da Cauduro, um dos escritórios de design mais tradicionais e premiados do Brasil.

Em comum as duas empresas têm o trabalho realizado para a multinacional Vale. Enquanto a Cauduro é a responsável pelo processo de mudança e implantação da nova marca da Vele no Brasil, a Quadrante é a empresa que atende a gigante no Maranhão. O processo mundial é comandado pela nova-iorquina Limppcott.

A reunião serviu para estreitar os vínculos entre o escritório maranhense e a Cauduro. Além disto, os profissionais daqui puderam constatar que alguns problemas enfrentados em âmbito local são os mesmos que o escritório paulista tem de lidar diariamente. Isto prova que nossa realidade, embora distante, não é assim tão diferente das dos grandes centros.

O designer Júnior Ramos e o publicitário Felipe Ladeira, da Quadrante, ladeiam Carlos Dranger, sócio da Cauduro, um dos mais tradicionais e premiados escritórios de Design do país. A empresa coordena, no Brasil, o processo de mudança e implantação da nova marca da Vale, enquanto a Quadrante é a responsável pelo processo no Maranhão.

Equipe de Brainding da Vale

Representantes da Limppcot, empresa sediada em Nova York e responsável pelo processo de mudança e implantação da nova marca da Vale, estiveram em São Luís para participar do Workshop de brainding da empresa. Na ocasião, as designers Joana e Julia, responsáveis pela consolidação do novo manual de identidade visual da Vale, proferiram palestras e tiraram dúvidas dos participantes. A Quadrante, agência responsável pela publicidade e branding da Vale no Maranhão, marcou presença no evento com a participação dos publicitários Felipe Ladeira e Marcelo Vasconcelos e dos designers Júnior Ramos, Rogério Rocha e Marcelo Figueirêdo. O treinamento, uma iniciativa da diretoria da multinacional, teve como objetivo proporcionar o alinhamento do trabalho dos fornecedores de comunicação locais com o que está sendo planejado e executado pela Vale em todos os países nos quais atua.

Bonsai

Fiz esse desenho feito com látis de cor. Dia 14,12,2008

desenho

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